Destino de eleição dos portugueses neste Verão foram os arquipélagos nacionais

Se há um par de anos os destinos preferidos dos viajantes nacionais eram as mais emblemáticas capitais europeias, como Paris, Madrid ou Roma, agora, mais do que nunca, parecem optar por dois que ficam mesmo aqui ao lado: Ponta Delgada e Funchal.

Esta tendência começou a verificar-se entre os portugueses há dois anos, mas, segundo dados da eDreams, em 2021 cimentou-se por completo: as viagens para a capital dos Açores registaram um crescimento de 203% face a 2020, e de 35% face a 2019. Também no caso do Funchal, o padrão é semelhante: verifica-se um aumento de 245% em 2021 face a 2020, e de 26% face a 2019.

O Top 10 de destinos nacionais neste Verão é ainda composto por mais duas cidades portuguesas: a Ilha Terceira, que surge em 6º lugar, e Faro, em 10º; e entre os restantes encontramos Paris, Barcelona, Madrid, Roma, Ibiza e Genebra.
Já os portugueses que se aventuraram em viagens de longo curso (com mais de 4.000km de distância) deram preferência a destinos bem distintos: São Paulo, Luanda, Dubai, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Viagens mais baratas, mais longas e em agosto
A eDreams descobriu ainda que, em 2021, os portugueses gastaram em média 207€ por pessoa nas suas reservas de voo e hotel – um valor que se mantém em linha com o de 2020 (203€) mas abaixo do de 2019 (295€). A mesma tendência pode verificar-se nas reservas apenas de voos, que em 2021 são de 191€ por pessoa em média (contra 194€ em 2020 e 273€ em 2019).
Tirando partido do facto de que podem viajar mais livremente pela primeira vez no último ano e meio, praticamente metade dos portugueses (46%) preferiu tirar férias com duração superior a 7 dias. No que diz respeito à época preferida para viajar, os dados revelam que o mês de agosto foi, claramente, o grande favorito para realizarem as suas viagens.

A eDreams pôde ainda compreender que, neste estudo que incidiu sobre viagens a realizar entre junho e setembro, a maioria das reservas foram efetuadas em junho, julho e agosto – o que revela que marcar viagens de última hora (uma tendência muito reforçada pela incerteza da pandemia) continua a ser uma realidade em 2021.



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