Uma das líderes das manifestações contra o presidente da Bielorrússia incorre até 12 anos de prisão

Uma das líderes dos protestos de rua em massa contra o presidente da Bielorrússia foi a julgamento esta quarta-feira, podendo incorrer até 12 anos de prisão, segundo a Reuters.

Maria Kolesnikova, que não é vista em público há vários meses meses, foi acusada de extremismo pela participação no movimento de oposição a Aleksandr Lukashenko.

A ativista foi detida depois de rasgar o seu passaporte para evitar que as forças de segurança bielorrussas a deportassem num impasse na fronteira com a Ucrânia em setembro.

Kolesnikova tornou-se um dos rostos do movimento de oposição de massa durante a campanha para as eleições presidenciais de 9 de agosto do ano passado.

Os manifestantes alegam que as eleições foram manipuladas para prolongar o mandato de Lukashenko.

Lukashenko, que nega fraude eleitoral, está no poder na ex-república soviética desde 1994.

“As autoridades estão apavoradas com um julgamento aberto, onde todos verão que, de facto, as próprias autoridades são o principal perigo e ameaça para os bielorrussos, a Bielorrússia e a segurança nacional”, disse a ativista, em declarações a uma estação televisiva russa.

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