Testes rápidos comparticipados: Infarmed lança (além das farmácias) também uma lista de laboratórios aderentes

O site do Infarmed passa a disponibilizar, a partir de agora, a lista dos laboratórios e postos de colheita que realizam testes rápidos comparticipados à Covid-19, e que se juntam à lista já existente de farmácias aderentes.

Numa nota publicada no portal, o organismo revela que “a área Testes Covi-19 disponibiliza agora, a par da lista de farmácias de oficina, a lista de laboratórios e postos de colheita que realizam testes rápidos antigénio (TRAg) de uso profissional comparticipados”.

“Estas listas estão em constante atualização e nelas pode pesquisar as farmácias e laboratórios na sua localidade”, sublinha o Infarmed adiantando que “adicionalmente, pode também recorrer ao mapa interativo que os localiza via georeferenciação”.

De recordar que para além do site do Infarmed, também o portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza esta informação, tanto no que diz respeito às farmácias, como aos laboratórios.

A comparticipação de testes rápidos de antigénio de uso profissional entrou em vigor a 1 de julho, sendo que o preço máximo da sua realização não pode exceder os dez euros.

A portaria, que estabelece o regime excecional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional, vigora até ao dia 31 de julho de 2021, “sem prejuízo da sua eventual prorrogação”.

Segundo a portaria, o valor da comparticipação do Estado na realização dos TRAg é de 100% do preço máximo fixado para efeitos de comparticipação (10 euros) e é limitada ao máximo de quatro TRAg de uso profissional, “por mês civil e por utente”.

Estes testes só podem ser realizados nas farmácias de oficina e laboratórios de patologia clínica ou análises clínicas devidamente autorizadas, sublinha a portaria, adiantando que o resultado é comunicado ao utente e terá de ser registado no sistema SINAVElab.

Com esta medida, o Governo pretende “facilitar o acesso dos cidadãos à emissão do Certificado Digital Covid da UE, permitindo a obtenção de um resultado de teste às pessoas que ainda não reúnam condições para a emissão de certificado de vacinação, afastando assim constrangimentos financeiros resultantes da sua realização”.

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