Ministros europeus apelam ao levantamento das barreiras legais ao aborto

Cerca de 30 políticos, ativistas da saúde e dos direitos das mulheres, entre os quais cinco ministros europeus, além do primeiro-ministro belga, assinaram uma carta aberta a apelar ao levantamento de todas barreiras legais ao aborto, segundo o ‘The Guardian’.

Na referida carta, que conta com a assinatura dos ministros de Género e Igualdade de França, Canadá e Noruega, bem como dos ministros do desenvolvimento internacional da Suécia e da Holanda, é alertado que o direito das mulheres ao aborto legal e seguro está a ser comprometido pela desinformação e ataques aos serviços, sendo pedida a reabertura de clínicas de aborto fechadas durante a pandemia.

Os mesmos signatários defendem que o aborto deve ser considerado um serviço de saúde essencial, aproveitando para convocar uma campanha global “de informações factuais e imparciais”, para que mulheres e meninas conheçam seus direitos e entendam as suas opções.

“Nenhuma mulher deve ser forçada a levar uma gravidez indesejada até ao fim; e nenhuma mulher deve morrer devido à gravidez ou ao parto. A base de um mundo justo e igual para mulheres e meninas em toda a sua diversidade é o direito de decidir sobre os seus próprios corpos. Todas as mulheres, em todos os lugares, têm direito a um aborto seguro e legal, cuidados maternos e obstétricos, educação sexual abrangente e anticoncepção ”, é sublinhado na carta.





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