Antigo diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, conhece esta tarde sentença no processo ‘Operação Cavaleiro’

Está marcado para esta segunda-feira, no Juízo Central Criminal, no Campus da Justiça, em Lisboa, a partir das 16 horas a leitura do acórdão do processo do ex-diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar.

O processo ‘Operação Cavaleiro’ conta com quatro arguidos – Diogo Gaspar, José Dias, Paulo Duarte e Vítor Santos -, que respondem por um total de 42 crimes, entre os quais abuso de poder, participação económica em negócio, tráfico de influências, falsificação de documentos, peculato e branqueamento de capitais.

A investigação, que ficou a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, teve início em abril de 2015, na sequência de uma denúncia anónima. Em junho de 2016, a PJ efetuou buscas e apreendeu em casa de Diogo Gaspar e de amigos alguns artefactos que pertenceriam ao Museu da Presidência, com o Tribunal de Instrução Criminal a decidir levar o caso a julgamento em 10 de julho de 2019.

O ex-diretor do Museu da Presidência Diogo Gaspar, o principal arguido do processo, nega ter elaborado um plano com o arguido José Dias para obterem benefícios financeiros através de uma exposição dos presépios da antiga primeira-dama Maria Cavaco Silva.

Diogo Gaspar já prestou declarações para explicar vários pontos da acusação do Ministério Público (MP). Nas situações abordadas esteve um contrato entre uma empresa do também arguido José Dias – com quem Diogo Gaspar confirmou ter tido uma relação entre 2006 e 2012 – e a Fundação Mercedes Calles y Carlos Ballestero para uma exposição com os presépios em Cáceres (Espanha).




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