Alunos do IADE assinam novo design das sapatilhas Sanjo

Lembra-se da Sanjo? A marca portuguesa de sapatilhas com quase um século de história juntou-se ao IADE para promover uma edição especial que promete ser o presente de Natal ideal para adeptos deste tipo de calçado. Com fundo branco, este modelo apresentava uma tela sem restrições para os alunos da Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia.

O resultado é Sanjo K100 Special Edition by IADE, com padrão de linhas retas negras que, de acordo com a Sanjo, é “reminiscente da arte da calçada portuguesa, um dos traços mais típicos da cultura portuguesa”. Além disso, estas sapatilhas brilham no escuro, para garantir que não passam despercebidas em qualquer ambiente.

«Pesquisámos várias opções e possibilidades que tínhamos em aberto dentro do mercado e chegámos à conclusão de que misturar o tipicamente português com a irreverência da fotoluminescência seria algo extremamente positivo, inovador e tecnológico para a marca e para os tempos em que vivemos», explicam Joana Nunes, Hugo Horta, Pedro Ferreira, Carlos Vieira e António Quinta, os alunos por detrás do projeto.

Segundo os jovens talentos, o que tornou o desafio ainda mais interessante foi poderem dar asas à criatividade, «de uma forma simplesmente libertadora e sem grandes barreiras para transcender».

Em comunicado, a Sanjo explica que a edição especial teve como ponto de partida um desafio lançado aos alunos do IADE, sob o mote “Calça o teu lado criativo”. O objetivo era promover a aprendizagem através do learning-by-doing em contexto multidisciplinar.

«É com muito orgulho que vemos um projeto da nossa instituição ser levado até ao público», comenta Carlos Rosa, diretor do IADE. O responsável acredita que o desafio em parceria com a Sanjo materializa tudo aquilo que a instituição de ensino é na sua génese, mostrando aquilo que a comunidade escolar faz.

«Somos reconhecidos pelos nossos cursos com uma forte componente prática e conseguimos mostrar que vale a pena apostar na formação superior e que fazer parte destes projetos pode, além de proveitoso a nível académico, ser muito divertido e gratificante», conclui.



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