Vai à discoteca este fim de semana? Só entra com certificado digital (autotestes estão excluídos)

No passado dia 23 de setembro o Conselho de Ministros deliberou que iria abrir as portas das discotecas dia 1 de outubro. Porém, do que precisa estar munido para entrar na pista de dança?

A portaria do Governo define que, apesar de ser suspensa a necessidade de apresentação de certificado Digital Covid-19 e de teste negativo em restauração e em casamentos, em bares e discotecas, estas “retomam a sua atividade, embora o acesso a estes locais fique dependente de apresentação de Certificado Digital”.

Contactada pela Multinews, a Presidência do Conselho de Ministros esclarece que efetivamente é necessário este documento, e não só um simples teste, explicando que ” o Certificado pode ser obtido de três formas: recuperação de doença, vacinação completa ou realização de teste negativo”.

Como explica o Ministério da Saúde, são elegíveis para obtenção de certificado os testes, cujo resultado “seja comunicado ao SINAVE e mediante respetivo relatório do laboratório”.

Assim, são elegíveis para obtenção deste documento testes PCR, com validade de 72 horas e testes rápidos de antigénio, realizados em farmácias, com validade de 48 horas. Os autotestes comprados em farmácias e parafarmácias estão excluídos deste procedimento.

Contactado pela Multinews, o Vice-Presidente da Associação Nacional de Discotecas, Alberto Cabral, confessa que esta decisão do Governo é “uma discriminação”. “Somos o patinho feio deste setor. Não se entende como é que na restauração este requisito já não é exigido, e em discotecas o é”, defende o líder associativo.

 

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