Suécia reconhece que adesão à NATO vai reforçar segurança nacional e estabilizar as regiões nórdica e báltica

A ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia realçou esta sexta-feira as vantagens na adesão do país à NATO. Para Ann Linde, os principais benefícios seriam o reforço da segurança nacional e a estabilização das regiões nórdica e báltica, informa a Reuters.

“A adesão sueca à NATO aumentaria o limite para conflitos militares e teria um efeito de prevenção de conflitos no norte da Europa”, destacou a governante sueca enquanto apresentava as conclusões da análise de segurança dos partidos com assento parlamentar relativamente aos prós e contras da entrada na Aliança Atlântica.

“A consequência mais importante da adesão da Suécia à NATO seria que a Suécia faria parte do pacto de segurança coletiva da NATO e estaria incluída nas garantias de segurança de acordo com…o artigo 5”, vincou Linde.

O artigo 5 da NATO estabelece que um ataque contra um dos membros da aliança é considerado um ataque a todos os membros.

O governo de Estocolmo enfatizou que o relatório parlamentar não representa uma recomendação para a adesão à NATO.

A formalização da adesão da Suécia à NATO teria de ser aprovada por todos os membros da aliança, e só posteriormente a questão seria levada ao parlamento sueco.

No entanto, esta sexta-feira um dos membros da NATO já expressou a sua oposição às adesões da Suécia e da Finlândia. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, indicou que o seu país “não é favorável” a essa adesão.

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