Quem poderá suceder a Boris Johnson? Conheça os favoritos

Depois de Boris Johnson ter anunciado a sua demissão, há instantes, já há favoritos para o seu sucessor, avança o ‘Independent’.

O deputado conservador Ben Wallace é o favorito entre os membros conservadores para substituir Boris Johnson como líder do partido e primeiro-ministro, mostram novas sondagens.

Por exemplo, uma sondagem do ‘YouGov’ de 716 membros do partido conservador mostra que Ben Wallace lidera a lista de favoritos para líder do Partido Conservador, seguido de perto por Penny Mordaunt (12%), Rishi Sunak (10%) e Liz Truss (8%)

Mas enquanto esta escolha parece estar equilibrada, a pesquisa que coloca cinco dos candidatos um contra o outro resulta num vencedor muito claro em todos os cenários: Ben Wallace.

O secretário de Defesa supera todos os outros candidatos na pesquisa YouGov de membros conservadores sobre em quem votariam.

A empresa perguntou aos membros quem escolheriam numa competição frente a frente, perguntando sobre vários cenários diferentes com diferentes candidatos. Em todos os cenários que contêm Wallace, o candidato ganha por uma margem significativa.

Segundo a mesma sondagem, o concorrente mais próximo de Wallace é Rishi Sunak, com uma diferença de 51% a 30%. Segue-se Liz Truss por 48% a 29%, Penny Mordaunt por 48% a 26% e Jeremy Hunt por 58% a 22%.

Outros nomes apontados pela imprensa britânica na corrida a primeiro-ministro são Dominic Raab (ex-vice-primeiro-ministro), Sajid Javid (ex-ministro da saúde) e Nadhim Zahawi (ex-ministro da educação).

Os membros de base conservadora decidirão quem se torna primeiro-ministro, mas só poderão escolher entre os dois candidatos finais, reduzidos de um campo maior por parlamentares conservadores.

Isso significa que Wallace pode não estar entre os dois finalistas se não conseguir construir uma base de apoio grande o suficiente no partido parlamentar em Westminster.

Recorde-se que Johnson deve anunciar a sua renúncia esta quinta-feira, depois que mais de 60 membros terem deixado os cargos no governo em protesto, pelo facto de o primeiro-ministro ter lidado com um suposto caso de abuso sexual por um de seus aliados políticos.

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