Já a planear as férias? Este mapa interativo mostra-lhe quais são os destinos mais e menos seguros

Com o final do ano quase à porta, muitos já começam a fazer contas e planos para o próximo destino de férias, a visitar em 2023. Mas, num mundo ainda marcado pela pandemia da Covid-19, e que este ano vive tenso com a guerra na Ucrânia, as preocupações relacionadas com a saúde e com a segurança, quando estamos num país estrangeiro, ganham novo relevo no contexto do turismo.

A pensar nisso, a empresa de serviços de segurança e saúde International SOS analisou países de todo o mundo quanto à qualidade dos serviços de saúde disponibilizados e nível de segurança dos turistas em cada nação, tendo contruído um mapa interativo, que pode consultar aqui.

Estre os destinos mais perigosos está, sem surpresas, a Ucrânia. Com a invasão russa, que começou em fevereiro, o país saltou diretamente para o ‘risco extremo’ no mapa interativo, o que demonstra que determinada nação é “muito perigosa” para ser visitada por turistas.

Mas não é caso único: Iraque, Líbia, Afeganistão, Mali, República Centro-Africana, Sudão do Sul, Somália ou Iémen estão todos na lista dos países mais perigosos para serem visitados no próximo ano.

Com o tumulto vivido na Europa, apesar da guerra na Ucrânia, da inflação, do aumento do custo de vida, tensões políticas e de uma crise energética, o continente continua a ser o mais seguro para ser visitado.

Entre os locais mais seguros do mundo para fazer uma viagem estão a Gronelândia, a Islândia, a Noruega, a Islândia, a Finlândia, o Luxemburgo, a Suíça e a Eslovénia. Todas estas nações têm a classificação de risco de segurança “insignificante”.

Portugal, assim como a esmagadora maioria dos países da UE, aparece a amarelo-claro no mapa interativo, o que significa que o risco de segurança para quem visita o nosso País é considerado “baixo”.

No mesmo mapa, mexendo nos filtros ‘Medical’, e ‘Mental Health’ (canto superior esquerdo), pode também ver os vários países avaliados de acordo com os serviços de saúde disponibilizados e o risco de transmissão da Covid-19, bem como consultar quais os que têm maior ou menor incidência de problemas da saúde mental.

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