Grupo mercenário russo envia martelo ensanguentado para Bruxelas após Parlamento Europeu declarar Rússia como Estado terrorista

O grupo de mercenários russos, liderado por um dos principais apoiantes de Putin, conhecido como ‘o cozinheiro’ do presidente da Rússia, enviou para o Parlamento Europeu um martelo de grandes dimensões com o que parecem ser manchas de sangue. O envio da ‘encomenda’ surge depois de o Parlamento Europeu arrancar com os procedimentos para declarar o grupo Wagner como uma organização terrorista, já após Bruxelas ter declarado a Rússia como “um Estado patrocinador do terrorismo”.

Em imagens divulgadas pelo grupo nas redes sociais, é possível ver um advogado, contratado pelo grupo Wagner, a carregar uma caixa de violino para uma sala e a abri-la. No interior está um grande martelo polido, com o logótipo do grupo gravado, e manchas de tinta vermelha, para simular que a ferramenta está ensanguentada.

O martelo tornou-se um dos símbolos dos mercenários Wagner, já que os seus membros já usaram esta arma para matarem inimigos em várias missões.

Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo Wagner, justifica que o envio do martelo serviria de “informação” adicional para ajudar o Parlamento Europeu a decidir sobre se classifica ou não o grupo como terrorista. O responsável diz ter ficado “triste” ao saber que a possibilidade estava em cima da mesa.

Fonte oficial do Parlamento Europeu garante ao The Telegraph ainda não ter recebido o martelo enviado pelo grupo Wagner e que há suspeitas de que tudo não passe de um golpe de publicidade. No entanto, alguns deputados europeus souberam do caso.

“Se alguém precisa de mais alguma prova de que a Rússia é um estado que patrocina o terrorismo: Prigozhin acabou de o enviar numa caixa de violino”, afirmou Daniel Freund, deputado europeu alemão.

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