Estudo revela que quase 30% dos eurodeputados têm rendimentos extra e sete são portugueses

Uma nova pesquisa internacional ‘Transparency International EU’ revela que 27%, ou seja, mais de quarto de um total de 705 eurodeputados, têm rendimentos extra, que oscilam entre os 12 e 804 mil euros por ano. E há sete portugueses na lista.

“Os resultados demonstram mais uma vez a prevalência do “trabalho clandestino ” nos membros eleitos em Bruxelas. Constatámos que pelo menos 23 deputados europeus aumentaram os seus rendimentos desde o início do seu mandato”, pode ler-se no estudo.

Para além disso, a pesquisa concluiu também que que até 39 eurodeputados ganham potencialmente mais de 100 mil euros por ano “com as as suas atividades paralelas”.

“Os números reais podem ser ainda mais elevados, dado que os deputados declaram os seus rendimentos e as suas declarações não estão sujeitas a verificações institucionais”, sublinham os autores.

Na tabela com centenas de nomes destacam-se sete portugueses: Álvaro Amaro; Paulo Rangel; Manuel Pizarro; Nuno Melo;  Francisco Guerreiro, Pedro da Silva Pereira e Carlos Zorrinho.

O social democrata, Amaro é o que ganha mais em atividades paralelas, auferindo entre 24 mil e 120 mil euros a mais por ano. Seguem-se Rangel e Pizarro, ambos com rendimentos extra entre os 12 mil e 65,9 mil euros.

Depois está Pedro Silva Pereira, que recebe entre 12 mil a 60 mil euros adicionais e os restantes Nuno Melo, Francisco Guerreiro e Carlos Zorrinho, que ganham entre 12 e 5,9 mil euros extra.

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