Estes são os países que vão enviar tanques de guerra para a Ucrânia

Depois de a Alemanha ter aprovado o envio dos tanques de guerra Leopard 2 para a Ucrânia, é agora possível fazer uma lista dos vários países que vão também contribuir com mais armamento.

Entre eles estão os Estados Unidos da América (EUA), a Polónia e o Reino Unido com os tanques Challenger 2, segundo fontes a que a Reuters teve acesso.

O Reino Unido anunciou, no dia 14 de janeiro, que vai enviar 14 tanques Challenger 2 para o país invadido.

Os Estados Unidos vão enviar dezenas de tanques M1 Abrams, de acordo com os oficiais norte-americanos.

A Alemanha vai também contribuir com 14 tanques Leopard 2, que constrói no país, e autorizar que outros países também os enviem.

Assim como o governo britânico, também a Polónia decidiu enviar 14 tanques Leopard 2 depois de Berlim ter dado luz verde ao envio dos tanques alemães.

Espanha revelou, esta quarta-feira, que só vai fornecer Leopard 2 à Ucrânia se a Alemanha também o fizer. “A Espanha juntar-se-á à entrega de tanques Leopard a Kiev quando a Alemanha, após meses de resistência à sua entrega, concordar em fornecer o poderoso tanque de batalha de fabrico alemão ao exército ucraniano”, pode ler-se no jornal espanhol El País.

Hoje  a Noruega anunciou publicamente estar a considerar o envio de alguns dos seus tanques Leopard 2. Situação semelhante à Finlândia, que divulgou existir uma hipótese de doar um número reduzido de tanques Leopard 2 à Ucrânia caso um grupo maior de países europeus também o faça.

Quanto a Portugal, o Governo anunciou um novo pacote de apoio militar ao país invadido que inclui veículos blindados M113, geradores, munições e equipamento médico. Contudo, ficam de fora os tanques Leopard-2 pedidos por Zelensky.

Perante uma iminente ofensiva de grande escala da Rússia contra a Ucrânia, esta primavera, Kiev tem reforçado vezes sem conta a necessidade de ver as suas tropas com mais armamento nas frentes de guerra com tanques ocidentais, com o argumento que serão decisivos na luta pela sobrevivência.

A ofensiva militar lançada em 24 de fevereiro de 2022 é justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. Esta invasão foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.952 civis mortos e 11.144 feridos, ao notar que estes números estão muito aquém dos reais.

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