Estes são os melhores e os piores locais para se estar numa altura em que o inverno e a Ómicron se juntam

O inverno gerou novas ondas de Covid-19 nas principais economias ocidentais, tornando-se um diferenciador-chave dos melhores e piores locais para se estar durante a pandemia, à medida que uma nova variante emerge podendo reverter os esforços de reabertura dos países.

A Ómicron chegou numa altura inoportuna para o hemisfério norte, já que o clima mais frio atrai as pessoas para dentro de casa, aumentando o número de casos e desencadeando novas restrições em alguns locais.

O Ranking de Resiliência Covid da Bloomberg mostra agora quais os melhores e piores locais para se estar, tendo em conta o contexto referido.

Trata-se de um instantâneo mensal, sobre os locais onde o vírus está a ser tratado com mais eficácia e com o mínimo de convulsão social e económica, analisando um total de 53 países.

É compilado através da conjugação de 12 indicadores de dados que abrangem contenção de vírus, qualidade de saúde, cobertura de vacinação, mortalidade geral e progresso para reiniciar viagens.

O ranking deste mês mostra que a Europa está a ser em grande parte destronada pelos Emirados Árabes Unidos, que ocupam o primeiro lugar da tabela (73,2 pontos em 100). O Chile e a Finlândia estão em segundo e terceiro lugar, com 72,6 e 71,3 pontos, respetivamente.

No sentido inverso, os países europeus respondem por oito das maiores quebras este mês, liderados pela Áustria (50,4 pontos), que caiu 31 lugares depois de se tornar o primeiro no continente a entrar novamente num bloqueio nacional.

A Irlanda, com melhor desempenho em setembro e outubro, caiu três lugares para a quarta posição, registando 71,2 pontos. Já Portugal não alterou a sua posição do mês passado, mantendo-se no 18,º lugar, com 65,9 pontos num total de 100.

O Reino Unido melhorou, subindo 13 posições para 12º lugar, já que o número de mortes continuou baixo e o governo promete aos britânicos um Natal sem bloqueios.

O Sudeste Asiático continua a ocupar a parte inferior do ranking, com as Filipinas em último lugar, seguidas pela Indonésia, Vietname e Malásia. Estas regiões têm menos de 100 vacinações por cada 100 habitantes, uma barreira importante para melhorar as suas pontuações.

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