Das máscaras aos boletins de voto: Governo gastou mais de dois milhões de euros na preparação das legislativas

O Governo, sob a tutela do Ministério da Administração Interna (MAI), gastou mais de dois milhões de euros na preparação do processo eleitoral, marcado para o próximo domingo, dia 30 de janeiro, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM).

Segundo a mesma publicação, o MAI celebrou dezenas de contratos, nomeadamente para a compra de álcool gel e máscaras cirúrgicas, e respetivo transporte e distribuição pelas mesas de voto, onde foram gastos mais de 180 mil euros.

Para além  disso, também a remessa dos boletins de voto para os eleitores residentes no estrangeiro (259 mil euros) e a elaboração do boletim em braille (141 mil euros), foram outros dos investimentos do Governo.

Incluídos nesta lista de despesas para as eleições, estão ainda a compra de espaços publicitários nos vários órgãos de comunicação social (231 mil euros) e cartazes para sensibilização e esclarecimento dos eleitores (mais de 73 mil euros).

Contudo, adianta o jornal, o maior investimento está nas plataformas informáticas, com a tutela a contratar a empresa portuguesa Critical Software por 367 mil euros para acompanhar o ato eleitoral, fazer testes de segurança, apoiar o portal de recenseamento e apoiar e monitorizar o voto antecipado.

Adicionalmente, a Critical Software foi também contratada por 222 mil euros para manter, até 2024, o Sistema de Informação e Gestão do Recenseamento Eleitoral (SIGRE), o Portal do Eleitor e os cadernos eleitorais desmaterializados.

Destacam-se ainda 20 mil euros gastos auditoria da implementação do processo tecnológico do ato eleitoral, a cargo da Universidade do Minho e 354 mil euros na compra de material para as urnas de voto (estes foram gastos nas autárquicas de 2021).

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