Covid-19: Pandemia em Portugal com “linhas estáveis” e sem “pressão significativa” no SNS, diz Marcelo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, comentou esta segunda-feira a situação pandémica portuguesa, sublinhando que o País que apresenta agora “linhas estáveis”, no que diz respeito aos principais indicadores.

Em declarações aos jornalistas, numa visita à Madeira, Marcelo mostrou-se otimista quanto à evolução da crise de saúde pública em Portugal, apesar do aumento das infeções.

“Há três semanas houve quem dissesse que daí a 15 dias haveria um crescimento e uma multiplicação acentuada de casos, mortes e de pressão hospitalar, felizmente isso não aconteceu”, afirmou.

O Chefe de Estado considera que “há genericamente linhas estáveis. O número de mortes está estável, a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), mesmo crescendo não tem sido muito significativa e o número de casos tem andado estável”, sublinhou.

O boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Geral de Saúde (DGS) dá conta de mais 1.855 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, em Portugal. Nas últimas 24 horas, registaram-se também mais oito vítimas mortais associadas à Covid-19.

A incidência, a nível nacional voltou a aumentar para 391 casos por 100 mil habitantes. No continente ultrapassou mesmo os 400, chegando aos 403. O R(t), por outro lado, desceu ligeiramente para 1,10, tanto a nível nacional como no continente.

Segundo a DGS, o número de casos ativos aumentou em 465, em relação a ontem, havendo ainda mais 1.382 recuperados. Neste momento, há registo de 52.236 pessoas infetadas em Portugal e de 863.089 já recuperadas.

Quanto aos hospitais, há mais 46 doentes internados, para um total de 851. Para além disso, destes, 181 encontram-se em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais cinco face ao dia anterior.

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