Covid-19: China reduz para metade quarentena de viajantes internacionais. Passa a ser de sete dias

A China reduziu esta terça-feira pela metade o tempo de quarentena para viajantes que chegam do estrangeiro, numa grande flexibilização de uma das mais rígidas restrições à COVID-19 do mundo, avança a ‘Reuters’.

A quarentena em instalações centralizadas foi assim reduzida de 14 para sete dias, e o posterior isolamento em casa (que se segue a esta primeira quarentena) foi também reduzido para três dias em vez dos anteriores sete, disse a Comissão Nacional de Saúde em comunicado.

As últimas orientações da autoridade de saúde também decidiram facilitar os requisitos de quarentena para contactos próximos de pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus.

A China aliviou cautelosamente as suas restrições de COVID a viajantes transfronteiriços nos últimos meses, com autoridades de saúde a dizer que o período de incubação mais curto da variante Ómicron permite um ajuste dos períodos de quarentena.

A capital chinesa, Pequim, já reduziu nos últimos meses o período de quarentena em instalações centralizadas de 14 para 10 dias.

A China, no mês passado, também eliminou alguns requisitos de teste COVID-19 para pessoas que chegam de países como os Estados Unidos.

Pequim e Xangai não relataram esta terça-feira nenhuma nova infeção local por COVID, sendo esta a primeira vez que ambas as cidades estão livres do vírus em simultâneo, desde o final de fevereiro.

O marco para as duas cidades, alcançado na segunda-feira, surgiu depois de o número de casos diários ter caído para um dígito na semana passada, permitindo que Xangai retomasse gradualmente as refeições em restaurantes e que Pequim reabrisse alguns locais de lazer.

Apesar de aliviar as restrições de COVID em Pequim e Xangai, os seus 47 milhões de residentes foram instruídos a passar por testes de COVID a cada poucos dias, para manter o acesso a espaços públicos e transporte.

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