Conheça a prova e os critérios de correção do exame nacional de Economia A do 11.º ano

Cerca de 13.531 alunos do 11.º ano realizaram, na manhã desta quinta-feira, o exame nacional de Economia A, depois de na passada sexta-feira ter arrancado a época de exames.

O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) já divulgou no seu site as duas versões da prova, bem como os critérios de avaliação, que pode consultar em baixo.

Versão 1

Versão 2

Critérios de Avaliação

Há quase 149 mil estudantes inscritos nos exames nacionais este ano, numa quebra (menos 3019) face ao total do ano passado. Mas ao todo, serão realizados mais de 262 mil exames, um aumento de 17 mil face a 2021.

Estes exames decorrem em duas fases, entre junho e julho e visam avaliar o desempenho dos alunos nos últimos anos do ensino secundário, com um peso de 30% na classificação final das disciplinas avaliadas. Servem ainda como prova de ingresso ao ensino superior, com um peso entre 35% e 50%.

Pelo terceiro ano consecutivo, devido à pandemia de covid-19, os alunos do secundário só vão precisar de realizar provas para acesso ao ensino superior, estando suspensa a regra que exigia a realização de provas para a conclusão do secundário.

Um em cada três alunos inscritos tem como objetivo o acesso ao ensino superior (74%), seguindo-se os casos em que o objetivo é melhorar a nota (21%) ou conseguir ter positiva à disciplina (6%).

Para a 1.ª fase dos exames, que começou hoje e termina a 06 de julho, estão inscritos 148.844 alunos, que deverão realizar 263.330 provas. Ou seja, cada aluno irá fazer, em média, 1,77 exames.

As provas com mais alunos inscritos são Biologia e Geologia (cerca de 45 mil inscritos), Português, (43 mil), Física e Química (42 mil) e Matemática A (cerca de 40 mil).

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