BE considera que “não é uma inevitabilidade do chumbo do Orçamento a dissolução da Assembleia e a marcação de eleições”

O líder do BE, Pedro Filipe Soares, disse, no final da Conferência de líderes, que “não é uma inevitabilidade do chumbo do Orçamento a dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições”.

“O Senhor Presidente da Republica deu nota no jantar de ontem, da manutenção da intenção que já tinha expressado, de dissolução da Assembleia”, começou por referir em declarações aos jornalistas.

Ainda assim, o responsável crê que “para o BE, não foi e não é uma inevitabilidade do chumbo do Orçamento a dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições”.

“No entanto, não ignoramos que, quer o Presidente da República o disse publicamente, quer o senhor primeiro-ministro o deu como adquirido, no discurso que ontem fez na Assembleia da República”, adiantou.

Desta forma, o BE expressou, na Conferência de hoje, a intenção de que “duas ideias fundamentais fossem por diante”, disse. “Que os processos legislativos pendentes fossem concluídos” e “a resposta a processos legislativos já concluídos, mas que foram devolvidos à Assembleia da República”, concretizou dando o exemplo da legislação sobre a morte assistida.

Questionado sobre se preferia que o Governo apresentasse um novo Orçamento, Pedro Filipe Soares, disse que “há várias opções em cima da mesa e essa é uma delas” mas sublinhou que “não foi esse o entendimento”, quer de Marcelo, quer de Costa.

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