Baixas médicas entre os professores disparam no arranque do 2.º período. Há 25 mil alunos sem aulas

Há milhares de alunos sem aulas devido ao aumento do número de professores que estão em casa com baixa médica, avança o ‘Público’.

Segundo a mesma publicação, só no início deste 2.º período são mais de 400 os docentes que entraram de baixa, levando a que cerca de 25 mil alunos estejam sem aulas a pelo menos uma das suas disciplinas.

Segundo a Federação Nacional de Professores (Fenprof), tanto na reserva de recrutamento, como na contratação de escola, os pedidos de professores por parte das escolas “dispararam” para níveis equivalentes aos de Outubro.

Vítor Godinho, dirigente do organismo explica ao jornal que na última reserva de recrutamento, foram colocados 430 docentes, dos quais 135 no 1.º ciclo. Mais de metade (229) destas necessidades são para ocuparem horários completos, ou seja, 22 horas de aulas semanais (25 no 1.º ciclo).

Contudo, os docentes podem recusar a colocação no prazo de 48 horas, se isso acontecer, os horários em falta passam para contratação direta de escola. “Na semana de 17 a 21 de Janeiro, estavam a concurso 4945 horas letivas, um número que já não se registava desde o princípio de Novembro”, refere Vítor Godinho.

Por esse motivo, o responsável aponta para cerca de 25 mil alunos agora afetados pela falta de professores, um número a que chega desdobrando a carga letiva em falta para apurar o número de turmas afetadas e atribuindo a estas um número médio de 20 alunos para calcular o total.

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