BA.5: Conheça os sintomas da nova linhagem da Ómicron que já responde por 20% dos casos em Portugal

A nova variante BA.5 do coronavírus – com origem na África do Sul – já circula em Portugal, tendo aumentado a sua frequência ultimamente, até atingir os atuais 20% de representação, ontem divulgados pela ministra da Saúde, Marta Temido.

Por esse motivo, importa saber quais os seus sintomas. Até agora, as autoridades de saúde sul-africanas reportaram que os infetados com esta subvariante apresentam sintomas leves semelhantes aos relatados com as outras linhagens da Ómicron.

Basicamente, os infetados apresentam sintomas de febre, fadiga, tosse, dor de garganta, muscular e dor de cabeça ou frequência cardíaca elevada. Por isso já sabe, se os tiver, deve estar atento e provavelmente fazer um teste de despiste.

A BA.5, tal como a BA.4 que ainda não foi reportada em Portugal, são linhagens variantes da Ómicron . Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) entenda que é “cedo” para determinar se podem causar uma doença mais grave, deixou um alerta para os “riscos potenciais”, porque as suas “mutações adicionais” podem causar uma “fuga imune”.

As novas linhagens do coronavírus foram detetadas inicialmente na África do Sul, onde o Centro de Resposta Epidemiológica e Inovação da Universidade de Stellenbosch alertou que se espalham mais rapidamente do que as conhecidas até agora.

Esses relatórios alertam que as subvariantes BA.4 e BA.5 já estão a substituir as suas predecessoras. Além da África do Sul e Portugal (uma delas), já circulam em países como Espanha, Bélgica, França, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Austrália, China ou Estados Unidos.

Apesar das mutações do coronavírus, as informações disponíveis à OMS sugerem que “a vacinação continua a proteger contra doenças graves e morte ”, segundo o diretor-geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Marta Temido alertou ontem que a prevalência da linhagem BA.5 da Ómicron, se estima em 20% do total de casos a nível nacional. “Estamos perante a emergência de linhagens da Ómicron que são potencialmente mais competitivas”, não necessariamente “mais gravosas”, disse em conferência de imprensa.

A ministra da Saúde destacou o crescimento de uma linhagem da Ómicron mais transmissível, a BA.5. “A prevalência da BA.5 é estimada em 20%” do total de casos nacionais, assinalou, admitindo que com isto, pode haver uma inversão na tendência da mortalidade.

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