Depois dos parafusos agora são os cintos de segurança: Tesla obrigada a contactar proprietários de mais de milhares de veículos

A Tesla está a contactar os titulares de mais de sete mil veículos, que foram produzidos e exportados em 2019 para a China, devido a um problema detetado no cinto de segurança. Até ao momento, não há qualquer acidente relacionado com esta falha, informou o regulador automóvel norte-americano.

Na notificação enviada aos proprietários dos automóveis foi-lhes dito que a Tesla arranjará este problema de forma gratuita.

Segundo a Tesla, 5.530 veículos têm um problema nos fixadores que prendem o cinto de acostamento do banco dianteiro ao pilar B, enquanto 2.166 automóveis podem não ter alguns retratores do cinto de segurança bem ligados.

“Esta anomalia pode aumentar o risco de ferimentos do passageiro em caso de colisão”, conforme esclarece o regulador.

Nos últimos meses, a Tesla tem alertado sobre dezenas de milhares de veículos exportados para a China, o que levou a um escrutínio de Pequim, que avaliou as reclamações ligadas sobretudo às falhas nos travões.

Esta quinta-feira, a imprensa internacional revelou que a Tesla está a contactar os proprietários de seis mil veículos nos EUA, porque desconfia que alguns destes automóveis podem estar a “perder parafusos”, mediante um relatório interno da marca a que a Reuters teve acesso.

O recall abrange alguns veículos do modelo 3 2019-2021 e modelo Y 2020-2021.

Na missiva enviada à National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) , a empresa de Elon Musk destacou que tal medida é meramente preventiva e que, até ao momento, não foi detetado qualquer acidente que tenha sido causado por este facto.

“No máximo, o que pode acontecer em matéria de acidentes graves é que um parafuso se possa soltar e corte um pouco do aro da roda, reduzindo assim a pressão do pneu, no entanto é muito pouco provável que aconteça”, esclarece o documento.

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