121 anos depois de produzir primeiro EV, Rolls-Royce promete fabricar só elétricos a partir de 2030

A gigante automóvel de luxo britânica Rolls-Royce comprometeu-se, esta quarta-feira, a deixar de produzir veículos movidos a combustão até 2030. O anúncio foi proferido pelo CEO da marca, Torsten Mueller Oetvoes.

“Pretendemos abandonar os veículos movidos a combustão até 2030”, afirmou Mueller Oetvoes.

O executivo salientou que “esta é a decisão mais importante da nossa história”.

O primeiro carro do portfólio inteiramente elétrico, o sedan Spectre, deve chegar ao mercado em 2023. Este é o segundo modelo EV da marca, a seguir ao 102EX, lançado em 2011.

O Spectre traz uma novidade que vai revolucionar o mercado: à semelhança de outros modelos de outras marcas low-cost e ao contrário de outros EV de luxo, este automóvel pode ser recarregado em casa numa tomada com uma potência compreendia entre os 160 e os 220 volts

A Rolls-Royce é conhecida como um agente de vanguarda do setor automóvel. Numa tentativa de desdramatizar a decisão, o CEO explica que “produzir carros elétricos insere-se perfeitamente na nossa lógica de negócio, já que estes automóveis serão tão silenciosos como os nossos motores de 12 cilindros”.

Em 1900, Charles Rolls, um dos fundadores da marca, chegou a fabricar  um carro elétrico chamado ‘Columbia’, mas o colega Henry Royce afirmou à época que só colocaria na linha de produção se conseguissem estabelecer uma rede de carregamento eficaz, algo que nem nos dias de hoje acontece.

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