Digital é o futuro da impressão. Gráficas tradicionais forçadas a modernizar

A impressão digital será o próximo capítulo da indústria da impressão. O cenário é traçado pela Konica Minolta, que encontra nesta nova forma de trabalho a resposta às exigências dos clientes e à evolução do mercado. Com base no relatório “Western Europe Digital Label and Packaging Printer Forecast, 2020-2024” da IDC, a Konica Minolta indica mesmo que “as marcas desempenharão um papel fundamental na mudança que estamos a assistir, através da transição da impressão analógica para o digital”.

As etiquetas serão uma das principais áreas de crescimento digital, muito graças aos setores alimentar e bebidas. Mas o digital pode ser importante em toda a cadeia de valor: de acordo com a empresa, o digital tem utilidade desde o processo de produção à rapidez com que os produtos chegam ao mercado.

“As gráficas tradicionais estão a ser forçadas a expandir a sua oferta de serviços de impressão à medida que os volumes de offset tradicional diminuem com o tempo”, aponta ainda a Konica Minolta em comunicado. À medida que os volumes de impressão a jacto de tinta e toner caíram durante o primeiro confinamento, devido ao teletrabalho, foi necessário reinventar o negócio e colocar o foco nos serviços de impressão digital.

2021 resiliente

Sobre o novo ano que agora inicia, a Konica Minolta considera que “o mercado da impressão industrial, sobretudo de etiquetas e embalagens, permanecerá resiliente e continuará a desempenhar um papel importante”. Os especialistas da empresa, citados em comunicado, garantem que crises com a que resulta da pandemia de COVID-19 têm o podem de acelerar tendências, nomeadamente a automatização, o comércio eletrónico e a transição para o digital.

Além das etiquetas, também outras áreas como embalagens, rótulos, decoração, sinalética e têxtil viram o número de oportunidades crescer devido ao novo coronavírus.



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