Regime sucedâneo “não é ameaça” mas “alavanca” que TAP espera “não ter de utilizar”, diz CEO

O presidente da Comissão Executiva da TAP disse hoje que o regime sucedâneo de acordo de trabalho “não é uma ameaça”, mas sim “uma alavanca” que espera “não ter de utilizar” se todos os sindicatos ratificarem o acordo de emergência.

“[O regime sucedâneo] não é uma ameaça, é uma alavanca que esperamos não ter utilizar, sinceramente”, afirmou Ramiro Sequeira, que está a ser ouvido na Assembleia da República, na comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, por requerimento do PSD e da Iniciativa Liberal.

“A TAP não pode continuar sem aplicar as reduções que estão previstas, quer nos fornecedores – essas estão a ser aplicadas – quer na massa salarial, simplesmente não pode, […] daí a questão do regime sucedâneo, que não é uma ameaça, é um mecanismo para podermos garantir em duas frentes, perante Bruxelas, mas também perante a nossa realidade de sobrevivência, que conseguimos tomar as medidas necessárias para salvar a TAP”, acrescentou o responsável.

O presidente da Comissão Executiva lembrou que a empresa assinou acordos de emergência com 14 sindicatos representativos de trabalhadores da TAP, mas dois deles ainda não o ratificaram junto dos seus associados.

Em causa estão o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) e o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC).





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