Presidência da UE: Costa admite alterar plano de vacinação

O primeiro-ministro António Costa admitiu fazer alterações na campanha de vacinação contra a covid-19, salientando que “os especialistas em Portugal não deixarão de levar em conta as recomendações europeias”, daqui podendo resultar modificações no plano em curso. Ao mesmo tempo, o governante, que falava aos jornalistas após a apresentação das prioridades da presidência portuguesa do Conselho da União no Parlamento Europeu, voltou a sublinhar que “toda a vacinação em lares estará completa até ao final da próxima semana”.

António Costa e Ursula von der Leyen desejaram “um excelente mandato” a Joe Biden que toma posse hoje como 46º Presidente dos EUA e salientaram a necessidade de, “após 4 anos de relações difíceis com os EUA”, voltarem a criar uma nova agenda de cooperação internacional com a Administração Biden.

Costa descreveu o plano da presidência portuguesa sob o lema “Tempo de Agir”, assente na recuperação económica e financeira da Europa e na aceleração da vacinação, no desenvolvimento das políticas sociais, na qualificação dos pessoas e no investimento nas empresas e frisou ainda a urgência na aplicação do programa Next Generation UE com um orçamento de 750 mil milhões de euros para diferentes áreas, como a transição digital, além de medidas face às mudanças climáticas.

O primeiro-ministro português insistiu ainda numa Europa “independente e autónoma” e pediu ao Parlamento Europeu rapidez na aprovação do acordo de saída do Reino Unido, para transformar “um velho aliado do passado num novo vizinho no futuro”.

António Costa acentuou também como uma das grandes prioridades da presidência portuguesa a realização da cimeira entre a Índia e a UE, “as duas maiores democracias do mundo”.





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