Jogos Olímpicos: Atleta do Uganda é dado como desaparecido. Níveis de segurança são postos em causa

O desaparecimento do atleta do Uganda, Julius Ssekitoleko, antes dos Jogos Olímpicos, que se vão realizar precisamente daqui a uma semana, levanta sérias preocupações quanto aos níveis de segurança da competição.

A comitiva do Uganda, que se encontra no Japão desde o mês passado, com o intuito de se ambientar melhor às condições do país, tem vindo a enfrentar alguns percalços, sendo que anteriormente, viu dois dos atletas testarem positivo para a doença da Covid-19, e agora têm ainda de lidar com a situação do paradeiro do jovem atleta de 20 anos que está desaparecido.

De acordo com a imprensa japonesa, Julius não estava na sua habitação quando membros oficiais da organização iriam recolher a amostra do seu teste da Covid-19.

O atleta foi visto pelos companheiros pela última vez por volta das 12h30, hora local, em Izumisano, onde está hospedada a comitiva do Uganda, mas, desde então, está desaparecido, segundo as autoridades.

A organização dos Jogos Olímpicos e dos Paralímpicos encetou um conjunto de medidas rigorosas, que envolvem testes para todos os participantes, atletas e respetivas comitivas diariamente, nomeadamente amostras de saliva que têm de ser dadas em várias ocasiões para uma avaliação diária ao possível contágio da Covid-19.

Está também incluída uma monotorização contínua aos movimentos dos atletas que estão confinados à área de acomodação aprovada pela organização, e que são controlados por um sistema de vigilância via GPS.

O não cumprimento das regras acarreta multas avultadas para os atletas, incluindo a expulsão do Japão, dependendo da gravidade dos casos, e, por fim, a exclusão permanente de participação nos Jogos Olímpicos.

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