Fernando Nobre juntou-se a protesto de negacionistas e discurso foi divulgado nas redes sociais

O médico, antigo deputado, fundador da AMI e antigo candidato à Presidência da República Fernando Nobre juntou-se ao protesto de negacionistas que teve lugar no sábado em frente à Assembleia da República.

Entretanto, um vídeo com o discurso do médico foi divulgado nas redes sociais.

Neste dicurso, Fernando Nobre afirma que 93 a 97% dos testes à covid-19 são “falsos positivos” e descreve como tratou toda a família, que esteve infetada com a doença, com medicamentos que não são reconhecidos pelas entidades reguladoras, como a ivermectina.

Além disso, criticou o processo de vacinação, perante os aplausos dos manifestantes contra as vacinas.

“Tive Covid na minha casa toda, mas eu estava mais gravemente atingido. Fui parar ao hospital do meu concelho dia 17 de janeiro com 41 graus e uma hipoxia grave de 70%”, relatou, colocando em causa de seguida o número de mortes que era divulgado pelos responsáveis hospitalares e que, segundo o que descreve, não corresponde à realidade a que assistiu quando passou o dia nessa unidade hospitalar.


“Mandaram-me para casa com um tratamento de paracetamol”, disse, perante as gargalhadas de quem o ouvia.

E prosseguiu: “Disse para esse meu colega: ‘Vai-me desculpar, mas o senhor nem para meu assistente tem qualidade, porque isso não se trata com paracetamol, ou doliprane, ou ben-u-ron. Isso trata-se como eu me tratei, tratei a minha mulher, tratei a minha filha. Com azitromicina, hidroxicloroquina, ivermectina”, contou, levando a aplausos e gritos de apoio por parte dos manifestantes. “Numa semana, estávamos todos curados”, contou.

Sobre o processo de vacinação, Fernando Nobre diz que “nunca foi visto em medicina” um cenário em que “jovens dos 12 aos 16 anos serem levados por um pai ou por uma mãe, em tendas com música – e sei lá mais o quê, noutros países há hambúrgueres, noutros países é gelados.”

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