EUA: Biden quer “paciência” nas relações com a China

A Administração Biden quer reverter o método da “mão pesada“ de Trump para dar lugar a uma relação de “paciência” com a China, afirmou ontem a nova secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, citada pela agência Bloomberg.

O Presidente eleito irá rever as sanções, como já avançara a sua secretária do Tesouro, Janet Yellen, na semana passada, durante o plenário no Senado, bem como as tarifas comerciais extraordinárias e a lista negra onde estão os gigantes empresariais da China, cujo acesso a setores-chave da economia norte-americana foi negado.

“Estamos a começar uma abordagem de paciência no que se refere ao nosso relacionamento com a China”, explicou Psaki.

Biden afirmou no mês passado, em entrevista ao New York Times, que não iria para já mexer no plano das tarifas de Trump sobre 288,31 mil milhões de euros nas importações chinesas.

No entanto, o Presidente decidiu apressar-se quanto a esta matéria, num sinal claro da importância do investimento chinês na bolsa norte-americana e da pressão dos mercados financeiros sobre a Casa Branca, como salientou na semana passada o Financial Times.





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