EUA aplicam sanções à Rússia e acusam serviços secretos do envenenamento de Navalny

A administração Biden divulgou a decisão de aplicar sanções à Rússia e, ao mesmo tempo, acusou o FSB, principal agência de serviços secretos do país de Putin, da tentativa de envenenamento do principal opositor do Presidente russo, Alexei Navalny. Os nomes que vão ser envolvidos, de acordo com a imprensa norte-americana, serão divulgados ainda hoje.

Segundo revela o New York Times, as sanções, decididas como retaliação contra a detenção de Navalny, “não serão dirigidas, de forma específica, a Vladimir Putin, aos responsáveis pelos serviços secretos ou a algum dos oligarcas que apoiam o chefe de Estado”, antes se assemelhando a outro tipo de medidas já reveladas, por exemplo, pela União Europeia.

Embora destaque o facto de “estas serem as primeiras medidas contra Moscovo em cinco semanas de poder de Joe Biden”, o jornal nova-iorquino relembra, contudo, que o poder de persuasão exercido pelas sanções costuma ser limitado. E recorre ao exemplo do que fez Trump em 2018 quando expulso uma dúzia de diplomatas do território norte-americano como reação à tentativa de envenenamento do ex-agente russo, Sergei Skripal, e da sua filha, em solo inglês.





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