Desconfinamento: Quatro concelhos não avançam (incluindo Lisboa) e 10 ficam em alerta. Saiba o que muda no resto do País

“Encontramos, neste momento, quatro concelhos que estão num nível que não lhes permite prosseguir”, avançou esta tarde Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa. Em conferência de imprensa após novo Conselho de Ministros, a governante adiantou que Braga, Lisboa, Odemira e Vale de Cambra estagnam no processo de desconfinamento.

Estes quatro concelhos vão permanecer com um conjunto de regras semelhante ao que vigora neste momento para o resto do País, ou seja, as regras que foram implementadas a 1 de maio.

Por outro lado, nenhum concelho português irá regredir no desconfinamento.

Mariana Vieira da Silva adianta ainda que 10 concelhos ficam em estado de alerta, sendo que há dois critérios para chegar a este nível: mais de 120 casos por 100 mil habitantes para as regiões de alta densidade ou mais de 240 casos por 100 mil habitantes nas regiões de baixa densidade.

Os concelhos em alerta são: Albufeira, Alcanena, Arruda dos Vinhos, Cascais, Loulé, Paredes de Coura, Santarém, Sertã, Sesimbra e Sintra, que “acrescem como fonte de preocupação aos quatro concelhos que não vão avançar no desconfinamento”.

Novas regras para todo o País

A nova resolução aprovada hoje estabelece também novas regras para o resto do País, excetuando os quatro concelhos que não avançam nem recuam:

– Atividades de comércio de retalho (alimentar e não alimentar) passam a funcionar de acordo com o horário de funcionamento, acabando com as limitações em termos de abertura e encerramento;

– Restauração passa a poder funcionar até à 1h da madrugada, com a última admissão à meia-noite;

– Equipamentos culturais também passam a encerrar à 1h da madrugada;

– Serviços públicos desconcentrados que prestem atendimento presencial (fora as Lojas do Cidadão) passam a poder ser acedidos sem marcação prévia;

– A prática desportiva passa a poder ter público, no caso das modalidades amadoras. O público tem lugares marcados obrigatoriamente e lotação máxima de 33% do total;

– Os transportes coletivos de passageiros devem assegurar a lotação máxima de dois terços quando há lugares sentados e em pé. Quando só há lugares sentados, a lotação deixa de ter restrições. O mesmo é válido para TVDE e táxi.

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