Covid-19: Milhões de alunos europeus voltaram à escola esta semana

Na mesma semana em que António Costa decide fechar todos os estabelecimentos de ensino, milhões de alunos europeus regressam agora às aulas, depois do encerramento das suas escolas.

Na Polónia, as escolas reabriram após fecho durante dois meses, como lembra o Euronews. Na Rússia, os jovens ficaram em casa logo no início de outubro e só voltaram depois da imposição de um severo regulamento, emitido pela Secretaria para a Educação de Putin, que obriga à medição da temperatura de professores, alunos e funcionários e no qual as pausas não são iguais para todos, a fim de garantir que os alunos não estão demasiado juntos durante os recreios, como relata o  Moscow Times.

Em Itália, a reabertura aconteceu após dez meses em que as portas dos estabelecimentos estiveram encerradas. No entanto, a lotação das salas foi reduzida a metade para garantir o distanciamento necessário, como noticia o La Repubblica.

Em Espanha não existe uma receita única. Muitas regiões mantêm as escolas sem aulas, algumas por causa das taxas de incidência do coronavírus, outras devido aos nevões e ao frio. A Catalunha é uma das exceções, onde depois de três dias extra nas férias de Natal, as aulas presenciais recomeçaram esta segunda-feira, como noticiou o diário El País.

Em França, as aulas recomeçaram a 4 de janeiro, e o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, afirmou que o encerramento apenas se justifica “em países com vagas epidémicas particulares”. Durante este mês de janeiro vão ser efetuados um milhão de testes rápidos, como adiantou o Le Monde.

Na Alemanha, as escolas permanecem fechadas desde o dia 16 de dezembro e o Governo de Merkel já avisou que tal continuará até meados de fevereiro, como noticiou segunda-feira a imprensa.





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