Covid-19: Um ano depois do primeiro confinamento em Wuhan abrem as discotecas da cidade e fecha o resto do mundo

Hoje é o primeiro aniversário do início do confinamento em Wuhan, quando a China, pela primeira vez, tomou medidas severas contra a covid-19.

Desde então, quase 100 milhões de pessoas foram infetadas, mais de dois milhões morreram e muitas continuam com sequelas causadas pelo vírus em todo o mundo, conforme recorda a agência Bloomberg.

Por outro lado, até agora, segundo dados apurados no dia de ontem, já foram administradas cerca de 56,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 em 52 países à escala global, uma média de 2,85 milhões de doses por dia desde que começaram a ser aplicadas as vacinas, de acordo com a mesma agência.

Um ano depois, Wuhan volta paulatinamente à normalidade. Na segunda-feira, a cidade voltou a abrir as discotecas, como noticiou a Reuters. Uma equipa de investigação da OMS está desde a semana passada na região para investigar as origens da covid-19, não tendo ainda divulgado resultados. Mas, noutras regiões, as autoridades chinesas voltaram a detetar centenas de casos e foi desencadeada uma campanha de testes em massa.

Na Europa e nos EUA, em fases diferentes, os governos impuseram restrições às viagens, fecharam fronteiras e locais de trabalho e só as escolas começaram a abrir – menos em Portugal e na Alemanha – e grande parte dos países europeus enfrenta agora um confinamento face a uma nova vaga da pandemia.

Do outro lado do mundo, Hong Kong decretou o seu primeiro confinamento, numa altura em que a Ásia corre sérios riscos de um crescimento exponencial de infeções, devido às comemorações do ano lunar.

Nos EUA, o país com maior número de mortes, a estratégia muda com Joe Biden no poder, assumindo-se medidas para que a campanha de vacinação seja mais rápida. Entretanto, a Indonésia e o México relataram números recordes.





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