Covid-19: Desta vez, os supermercados não têm limitação de horários

No primeiro confinamento que Portugal enfrentou, muitos portugueses correram para os supermercados com receio de que alguns bens essenciais pudessem faltar. No entanto, tal não se verificou e, de acordo com António Costa, também não há motivo para alarme neste segundo dever de recolhimento obrigatório.

Para ajudar a tranquilizar os cidadãos, o primeiro-ministro sublinha que “não haverá restrições de horários” a estes estabelecimentos comerciais. Por isso mesmo, não são necessárias deslocações em massa para os supermercados. Os portugueses poderão espaçar as visitas a estes locais, assegurando os produtos de que necessitam sem comprometer a segurança.

No geral, todo os serviços que asseguram bens essenciais irão manter-se de portas abertas e sem restrições aos horários durante as próximas semanas de confinamento – que poderá durar até um mês. Mantém-se, contudo, a lotação de cinco pessoas por cada cem metros quadrados nos supermercados.

O novo dever de recolhimento obrigatório entra em vigor já à meia-noite da próxima sexta-feira, dia 15 de janeiro. Haverá 26 exceções, mas António Costa pede para que o foco vá para a regra: ficar em casa.


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