5 mitos (perigosos) sobre o corpo humano que deve esquecer

Se ouvirmos uma afirmação repetida diversas vezes podemos facilmente começar a acreditar que é verdadeira. Isto é algo que fazemos sem nos apercebermos; vamos recolhendo informação, histórias, factos sem ter muitas vezes a oportunidade de confirmar se são realmente verdadeiros ou não.

Já pensou se todas as suas ideias pré-concebidas sobre o seu estado de saúde e organismo são de facto verdade? O mais provável é que se fizer uma pesquisa simples na internet pode vir a descobrir que muitas dessas “certezas” são apenas mitos, sem sólidos fundamentos científicos.

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Da ideia de que ingerir um pouco de álcool ao final da noite pode ajudar a dormir melhor, até a ideia de que a vacina da gripe “provoca gripe”, eis alguns dos outros principais mitos associados ao seu estado de saúde e bem-estar.

 

  1. O leite é bom para os ossos

Todos ouvimos dizer isto, sobretudo quando somos mais novos. Os nossos pais e avós suplicavam para que bebêssemos mais leite, diziam que nos ia deixar mais fortes ou crescer mais rápido. Ora isto simplesmente não corresponde à verdade. Diversos estudos têm vindo a comprovar que o leite não faz nada para fortalecer os ossos. Antes pelo o contrário, pode até ser prejudicial tal como indica as conclusões de um estudo pediátrico publicado em 2014, que revelou que um maior consumo de leite em adolescente pode contribuir para um maior risco de fraturas na anca enquanto adulto.

 

  1. Comer menos calorias significa que perde peso

Se está interessado em perder peso, então saiba que não vale a pena ficar tão obcecado com o teor calóricos das refeições e alimentos. Comer menos não significa automaticamente que irá perder peso. O equilíbrio entre as calorias que ingerimos e as calorias que queimamos deve ser a sua principal preocupação. É essencial que siga uma prática regular de exercício físico e que tenha atenção à qualidade das calorias que ingere. Alguns alimentos em particular – como o glúten, os laticínios e o açúcar – podem contribuir para situações crónicas de inchaço e inflamação.

 

  1. A genética determina a sua saúde

É certo que a genética pode desempenhar um papel importante na definição do estado geral de saúde do seu organismo. Algumas pessoas nascem com maiores predisposições para certos tipos de problemas médicos (como a diabetes), por exemplo. No entanto, na maior parte dos casos, são as nossas escolhas de estilo de vida e do meio ambiente em que estamos inseridos que podem ou não “ativar” certos tipos de genes que possam contribuir para o desenvolver de uma situação frágil de saúde.

 

  1. Ressonar não é algo grave

Isto é algo que nos parece sempre pouco preocupante. É quase considerado apenas algo inconveniente e que pode eventualmente ajudar a “destruir” relacionamentos. No entanto, de acordo com a National Sleep Foundation, o ressonar pode ser sinal de um problema bem mais grave. A apneia de sono é um problema de saúde sério que dificulta a respiração durante a noite, e que está associado a diversas doenças cardiovasculares. Caso ressone com frequência, verifique junto do seu médico se não será um sinal de algo (como a apneia) que mereça uma maior atenção.

 

  1. O stress é algo que afeta apenas a mente

Infelizmente o stress é algo bastante preocupante que pode afetar não só a sua mente e estado de espirito, como pode deixar repercussões em todo o restante organismo. Não é preciso muito para que a ansiedade e o stress nos possam deixar mais frágeis. Até pequenas preocupações diárias podem ter manifestações físicas surpreendentes. Dores nas costas, dores de barriga, aumento de peso, infertilidade ou insônia, são tudo possíveis sintomas e sinais do impacto negativo que o stress pode causar.

 

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